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	<title>Health Care</title>
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	<description>Programas corporativos de qualidade de vida!</description>
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		<title>Trabalho saudável</title>
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		<pubDate>Sun, 13 May 2012 13:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiba como enfrentar os problemas mais comuns de ergonomia no local de trabalho e aumentar a produtividade, já que a qualidade de vida depende muito da satisfação que as pessoas têm em sua vida e no ambiente profissional  Para muitas pessoas, o local que deveria ser sinônimo de satisfação profissional e financeira acaba se transformando em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4>Saiba como enfrentar os problemas mais comuns de ergonomia no local de trabalho e aumentar a produtividade, já que a qualidade de vida depende muito da satisfação que as pessoas têm em sua vida e no ambiente profissional</h4>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ergonomia-escritorio.jpg"><img class="wp-image-795 aligncenter" title="ergonomia escritorio" src="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/ergonomia-escritorio-1024x723.jpg" alt="" width="590" height="416" /></a></p>
<div id="fonte">
<div> Para muitas pessoas, o local que deveria ser sinônimo de satisfação profissional e financeira acaba se transformando em fonte de problemas físicos e emocionais.</div>
<p>De acordo com a presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida, Elizabet Garcia Campos, <strong>as consequências do estresse para o funcionário são inúmeras. Vão da queda de produtividade ao esgotamento físico e mental.</strong> Daí para o desenvolvimento de doenças é um pulo.</p>
<p>– As empresas precisam detectar a forma de adequar os profissionais aos cargos, medir o nível de satisfação dos trabalhadores, verificar o grau de comunicação e integração de equipes, desenvolver políticas de benefícios e observar as condições ambientais – ensina Elizabet.</p>
<p>Ela conta que até <strong>a poluição sonora e o tempo gasto pelo trabalhador para chegar à empresa são fatores que podem levar ao estresse.</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Do ponto de vista ergonômico, as condições ambientais inadequadas podem provocar os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (Dort)</span> que, de acordo com um cruzamento de dados feito pelo Ministério da Previdência, lideram, juntamente com os transtornos mentais, os motivos de afastamento do trabalho.</p>
<p>As LER/Dort são síndromes que atacam os nervos, músculos e tendões e que atingem principalmente os membros superiores e o pescoço. Os prejuízos vão para o funcionário e para a empresa: segundo o Instituto Nacional de Prevenção às LER/Dort, as companhias gastam um total de mais de R$ 90 milhões por ano devido ao afastamento dos trabalhadores afetados pelas síndromes correlatas.</p>
<p><strong>Além da ergonomia, atenção para problemas respiratórios</strong></p>
<p>A fisioterapeuta Heloísa Guimarães explica que a dor não significa, necessariamente, uma patologia. É, porém, o alerta do corpo para que a pessoa verifique se há algo de errado.</p>
<p>– No início, a pessoa sente uma pressão na nuca. Muda a postura, sente alívio. Depois, a dor vai se intensificando e ela nota que só melhora depois de uma noite de sono. A dor fica cada vez mais grave e pode se tornar crônica – alerta.</p>
<p>A fisioterapeuta explica que, <strong><span style="text-decoration: underline;">além dos cuidados necessários com a postura, é preciso estimular o organismo com exercícios físicos, que podem ser caminhadas, sessões de dança ou musculação.</span></strong></p>
<p>Os funcionários também devem ficar atentos aos males respiratórios provocados pelos aparelhos de ar-condicionado: mudanças bruscas de temperatura podem diminuir a resistência do organismo e torná-lo alvo fácil para infecções.</p>
<p>– Mas o maior problema é a higienização. No ar-condicionado, a umidade fica presa na tubulação, o que favorece a proliferação de ácaros e fungos. A pessoa pode ter desde infecções fúngicas a sinusite – diz a alergista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, de São Paulo, Iara Mello.</p>
<p>Segundo a médica, o ideal é que a manutenção do aparelho seja feita a cada seis meses.</p>
<p>Fonte: Caderno Empregos ZH</p>
</div>
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		<title>Como Usiminas e TAM reduzem a sinistralidade e absenteísmo?</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 14:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um mercado cava vez mais competitivo, investir em programas de qualidade de vida e reduzir índices de absenteísmo tem se tornado estratégia das empresas Investir em programas de qualidade de vida e adotar políticas de prevenção a doenças crônicas reduz significativamente o índice de absenteísmo e sinistralidade de uma empresa. No entanto, mesmo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/tam.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-792" title="tam" src="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/tam-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Em um mercado cava vez mais competitivo, investir em programas de qualidade de vida e reduzir índices de absenteísmo tem se tornado estratégia das empresas</strong></p>
<p>Investir em programas de qualidade de vida e adotar políticas de prevenção a doenças crônicas reduz significativamente o índice de absenteísmo e sinistralidade de uma empresa. No entanto, mesmo com tantos exemplos no mercado, nem todas as companhias conseguem aplicar corretamente estes programas, o que as leva a resultados insatisfatórios ou a uma baixa relação custo benefício.</p>
<p>Dados do Ministério da Previdência Social do Brasil mostram que, em 2008, o INSS desembolsou cerca de R$11,6 bilhões para o pagamento de benefícios referentes a acidentes e doenças do trabalho e aposentadorias por invalidez. Além dos custos elevados para o governo, as empresas também pagam a conta, tendo que substituir esses profissionais e onerar mais ainda sua folha de pagamento.</p>
<p>Para combater os altos índices de absenteísmo, a Usiminas criou, há cerca de dois anos, um programa de gestão e promoção de saúde e qualidade de vida para seus 80 mil funcionários.</p>
<p>A implementação das estratégias de promoção da saúde e prevenção de doenças da Usiminas, promovida pela Fundação São Francisco Xavier (FSFX), entidade filantrópica de direito privado fundada pela mineradora, é uma das iniciativas para melhorar a qualidade de saúde dos colaboradores da empresa. O programa foi estruturado a partir de um levantamento do perfil epidemiológico dos colaboradores, apontando as doenças mais comuns entre eles, e os hábitos que elevam o risco dos problemas de saúde.</p>
<p>A partir desse diagnóstico, a FSFX criou o “Atitude rima com Saúde”. O programa está dividido em 12 projetos que abordam diversos temas, como o projeto “Gerar”, destinado às gestantes, o “Inspirar”, voltado ao combate ao tabagismo e o “Respirar”, com o objetivo de reduzir os índices de doenças respiratórias infantis entre outros.</p>
<p>Esse serviço é prestado por meio da UsiSaúde, uma operadora de planos de saúde, que possui um núcleo de promoção formado por cerca de 20 profissionais responsáveis por todas as iniciativas que abrangem saúde e bem estar dos colaboradores da empresa, desde a elaboração de protocolos clínicos, até a avaliação de resultados. “Para obtermos resultados eficientes, acreditamos que estes programas precisam ser consistentes, com uma base técnica extremamente sólida, integrada por equipes multiprofissionais formadas por médicos, enfermeiros e psicólogos muito bem preparados”, completa o diretor executivo da FSFX, Luís Marcio Araújo Ramos.</p>
<p><strong>Segundo Ramos, é vital para uma empresa que tenha a intenção de implantar um programa de qualidade de vida e prevenção traçar um perfil epidemiológico de seus trabalhadores, para que se possa elaborar um programa adequado para cada população identificada na companhia.</strong> “Outro ponto importante a ser considerado é que esse programa deve estar alinhado à estratégia da empresa e tenha o reconhecimento da alta liderança e sua participação como forma de incentivo”.</p>
<p>Atualmente, a fundação investe cerca de R$60 per capta na Usiminas, o que significa um investimento de aproximadamente R$6 milhões ao ano, abrangendo os 12 projetos que pretendem reduzir o índice de absenteísmo, melhorar o ambiente corporativo e ter impacto direto na segurança do trabalho.</p>
<p>Ramos afirma que um dos maiores desafios dos programas de promoção à saúde é a identificação dos resultados conquistados. <strong>“Para os projetos aplicados na Usiminas, temos uma série de indicadores que monitoram a eficiência desses programas. Como implementamos isso há cerca de dois anos, não temos ainda um resultado fechado do Retorno sobre inventimento (ROI). Nos preocupamos nesse primeiro instante em consolidar e estruturar os programas”.</strong></p>
<p>No primeiro ano, as iniciativas de prevenção da Usiminas tiveram uma adesão de 4,5 mil funcionários. “Já conseguimos colher os primeiros frutos desse projeto. Tivemos uma redução no índice de tabagistas e cortamos pela metade o índice de internação pediátrica por doenças respiratórias no Hospital Márcio Cunha, pertencente à fundação”.</p>
<p>Ausência nos ares</p>
<p>Com 30 mil funcionários, sendo 20 mil em terra e cerca de 10 mil embarcados em aeronaves, a TAM Linhas Aéreas estabeleceu uma série de programas para reduzir o absenteísmo entre os aeronautas. “Entendemos que hoje o absenteísmo é um grande problema, não só para nós, mas para qualquer empresa de aviação no mundo inteiro”, afirma o gerente de saúde, segurança do trabalho e meio ambiente da TAM linhas aéreas, Marco Antonio Cantero.</p>
<p>De acordo com ele, o estilo de vida das equipes que trabalham nas aeronaves é diferente de qualquer outro, pois são times de alta performance, em que não são toleráveis erros, assim como em outros setores, como saúde e petroquímico, exemplifica. <strong>“Portanto, ter pessoas doentes ou desmotivadas é muito perigoso para o negócio da companhia”.</strong></p>
<p>Atualmente, dos 10 mil aeronautas que atuam na TAM, cerca de 550 estão afastados por motivos de saúde. Tendo em vista esse número de afastamentos, que envolve desde a licença maternidade, que atinge cerca de 49 % dos profissionais afastados, até licenças por problemas psiquiátricos, que gira em torno de 19%, a preocupação com a segurança do trabalho e da própria sustentabilidade do negócio motivou a companhia a criar, há alguns anos, um comitê de gestão do absenteísmo dos aeronautas.</p>
<p>“Na área de saúde, segurança do trabalho e meio ambiente contamos com 140 profissionais, responsáveis por todos os programas de saúde que envolvem os 30 mil colaboradores da companhia, distribuídos por todo o mundo”, explica Cantero ao falar sobre a estrutura de sua área.</p>
<p>A equipe é formada por cerca de 70 profissionais destinados a área de engenharia da segurança do trabalho, 20 profissionais de saúde divididos entre médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem e psicólogas que são responsáveis pelos projetos de promoção de saúde, qualidade de vida de todos os colaboradores.</p>
<p>Cantero diz que para atingir um resultado eficiente e com impacto direto na saúde dos funcionários, os programas de promoção à saúde são desenvolvidos de acordo com o perfil epidemiológico da população de cada região onde a empresa atua.</p>
<p>Na área de qualidade de vida, os projetos podem variar de um clube de corrida, que estimula a prática do exercício físico e abandono do sedentarismo até o incentivo à prática esportiva da preferência de cada funcionário. <strong><span style="text-decoration: underline;">“O que importa não é a prática em si, e sim o conceito que está por trás do esporte, que envolve disciplina e educação nutricional desse esportista, por exemplo. Se as pessoas estiverem saudáveis, não se machucarem e estiverem com a saúde preservada, elas, automaticamente, faltarão menos ao trabalho, estarão mais motivadas e valorizarão mais a empresa”</span></strong>, ressalta Cantero.</p>
<p>Em 2011, a TAM investiu cerca de R$13 milhões em programas de saúde e prevenção, qualidade de vida e equipamentos de proteção individual (EPI). “Na verdade, se comparado aos resultados, este investimento é muito menor do que o retorno que temos com a redução no absenteísmo e Seguro de Acidente do Trabalho (SAT)”.</p>
<p>Por meio de projetos de segurança e parcerias, a TAM estima economizar cerca de R$3,5 milhões apenas com o SAT e outros R$7 milhões com a redução do absenteísmo. <em><strong>“Em absenteísmo, salários extras e SAT, vamos economizar cerca de R$10 milhões, sem contar com gastos intangíveis como turnover e headcount (tamanho das equipes)”</strong></em>, completa Cantero. Os cases da TAM e da Usiminas foram apresentados durante o evento “Gestão Estratégica da Saúde Corporativa”, realizado pelo IQPC entre 7 e 9 de fevereiro em São Paulo (SP)</p>
<address>Por Guilherme Batimarchi para a revista FH<strong> (<a href="http://saudeweb.com.br/28192/como-usiminas-e-tam-reduzem-a-sinistralidade-e-absenteismo/" target="_blank">Saude Web</a>)</strong></address>
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		<title>Governo lança plano na tentativa de reduzir doenças e acidentes de trabalho</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2012 21:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Objetivo é integrar ações que assegurem melhores condições no ambiente profissional; em 2010, cerca de 2,7 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trabalho O governo federal lançou nesta sexta, 27, o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho com o objetivo de integrar ações que assegurem melhores condições no ambiente e nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Objetivo é integrar ações que assegurem melhores condições no ambiente profissional; em 2010, cerca de 2,7 mil pessoas morreram em decorrência de acidentes de trabalho</strong></p>
<div id="bb-md-noticia-tabs">
<div id="bb-md-noticia-tabs-1">
<div>
<p>O governo federal lançou nesta sexta, 27, o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho com o objetivo de integrar ações que assegurem melhores condições no ambiente e nas relações de trabalho. As iniciativas serão conduzidas pelos ministérios do Trabalho e Emprego, da Previdência Social e da Saúde.</p>
<div>
<div></div>
<div>O diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, Rinaldo Marinho, lembrou que o governo já conta com ações nessa área e que a novidade do plano está na organização dessas ações, com a definição de responsáveis e de prazos para implementação.</div>
</div>
<p>“Essas ações também estão mais articuladas com os três ministérios. No lugar de cada um ter o seu plano setorial independente, agora, essas ações estão todas articuladas em um plano só”, disse. Outra inovação, segundo ele, é que o plano foi definido de forma tripartite &#8211; governo, empregadores e trabalhadores.</p>
<p>O pacote de ações foi dividido em tarefas de curto, médio e longo prazo, além de ações de caráter permanente. Entre os oito objetivos definidos pelas pastas estão a harmonização da legislação trabalhista, sanitária e previdenciária relacionadas à saúde e segurança do trabalho; a integração das ações governamentais para o setor; a adoção de medidas especiais para atividades de alto risco de doença e acidentes; e a criação de uma agenda integrada de estudos em saúde e segurança do trabalho.</p>
<p>Dados do Ministério da Previdência Social indicam que, de 2008 a 2010, houve uma redução de 7% no número absoluto de acidentes de trabalho. No período de 2003 a 2010, foi registrada queda na taxa de mortalidade em acidentes de trabalho &#8211; de 11,5 óbitos para cada 100 mil trabalhadores para 7,5 óbitos.</p>
<p>Em 2010, cerca de 2,7 mil trabalhadores morreram em decorrência de acidentes de trabalho. A ocupação onde mais são registrados acidentes é a de motorista de caminhão.</p>
<p>No mesmo ano, a Região Sudeste foi a que teve o maior número de acidentes de trabalho notificados (378.564), seguida pela Sul (156.853), Nordeste (89.485), Centro-Oeste (47.374) e Norte (29.220).</p>
<p>Para o ministro interino do Trabalho e Emprego, Paulo Roberto Pinto, a área de construção civil não é a que mais preocupa, mas merece atenção especial em razão do grande crescimento do setor.</p>
<p>“Os serviços na construção civil são sempre grandes obras e empreendimentos, envolvem trabalhos em altura, manuseio de equipamentos pesados. É importante a gente acompanhar de perto”, ressaltou.</p>
</div>
<div id="boxNoticiasRelacionadas">Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,governo-lanca-plano-na-tentativa-de-reduzir-doencas-e-acidentes-de-trabalho,866174,0.htm?reload=y" target="_blank">Estadão.com.br/Saúde</a></div>
</div>
</div>
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		<title>Obesidade pode fazer tanto mal ao cérebro quanto ao coração</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 20:06:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estudo mostrou que pessoas acima do peso chegam à velhice com mais perdas cognitivas Aqueles que chegam à meia-idade acima do peso não estão pondo apenas a saúde do seu coração em risco: eles também têm mais probabilidade de experimentar o declínio cognitivo, constatou um estudo sul-coreano. O resultado leva a concluir que a prevenção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Estudo mostrou que pessoas acima do peso chegam à velhice com mais perdas cognitivas</h2>
<div id="article-body">
<div></div>
<div>
<p><a href="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/obesidade.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-790" title="obesidade" src="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/obesidade-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Aqueles que chegam à meia-idade acima do peso não estão pondo apenas a saúde do seu coração em risco: eles também têm mais probabilidade de experimentar o declínio cognitivo, constatou um estudo sul-coreano. O resultado leva a concluir que a prevenção da obesidade pode ser tão importante para impedir o declínio cognitivo e a demência quanto para evitar doenças cardíacas. O trabalho foi publicado na revista “Age and Ageing”.</p>
<p>A pesquisa da Universidade Nacional da Coréia do Sul foi realizada de 2005 a 2009 e teve duração de cinco anos. Ao longo do trabalho, o índice de massa corporal e as cinturas dos voluntários foram medidos anualmente. Eles também responderam a um teste simples, com 30 questões, para avaliar seu estado mental. Dentre os 250 pessoas participantes, com idades entre 60 e 70 anos, aqueles com excesso de gordura corporal tiveram pior desempenho no exame, que focava nas funções aritmética, de memória e de orientação.</p>
<p>Os autores salientaram que não sabem se as pessoas que participaram do estudo desenvolveram demência após seu término, mas lembram que trabalhos anteriores mostraram que fatores de risco para doenças cardíacas, como pressão arterial e colesterol altos, também eram fatores de risco para demência.</p>
<p>— Nossas descobertas têm importantes implicações para a saúde pública. A prevenção da obesidade, particularmente, a da obesidade central (em que a gordura se acumula na linha da cintura), poderia ser importante para evitar o declínio cognitivo ou da demência — diz Dae Hyun Yoon, o principal autor do estudo.</p>
<p>— Sempre ouvimos dizer que um índice de massa corporal alto era ruim para o coração, mas esta pesquisa sugere que ele também pode ser maléfico para a cabeça — disse um porta-voz da Sociedade Britânica para Alzheimer à BBC, que também noticiou a descoberta.</p>
</div>
</div>
<p>© 1996 &#8211; 2012. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.</p>
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		<title>Importância da Ergonomia nos Programas de Ginástica Laboral</title>
		<link>http://nucleohealthcare.com.br/blog/2012/04/30/importancia-da-ergonomia-nos-programas-de-ginastica-laboral/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 20:34:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Pedro Ferreira Reis (FIEP Brasil) Atualmente, a GL vem passando por uma fase de crescimento cada vez mais evidente em todo o país, quadro que é evidenciado pela grande quantidade de profissionais envolvidos. Mas a real situação da prática da ginástica laboral e fator de preocupação no âmbito da saúde ocupacional, o que proporciona alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Pedro Ferreira Reis (<a href="http://fiepbrasil.org/index.php/ergonomia-e-ginastica-laboral/importancia-da-ergonomia-nos-programas-de-ginastica-laboral" target="_blank">FIEP Brasil</a>)</p>
<div>
<p><img class="alignright" title="Importância da Ergonomia nos Programas de Ginástica Laboral " src="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/11/ergo_6_1.jpg" alt="Importância da Ergonomia nos Programas de Ginástica Laboral " width="365" height="259" /></p>
</div>
<div>
<p>Atualmente, a GL vem passando por uma fase de crescimento cada vez mais evidente em todo o país, quadro que é evidenciado pela grande quantidade de profissionais envolvidos. Mas a real situação da prática da ginástica laboral e fator de preocupação no âmbito da saúde ocupacional, o que proporciona alguns questionamentos:</p>
<p>- 10 minutos de alongamentos é suficiente para se garantir uma condição saudável do trabalhador?</p>
<p>- Será que a maioria das empresas não está utilizando a ginástica laboral como paliativo para se defenderem das perícias trabalhistas?</p>
<p>- Somente a prática da ginástica laboral é suficiente para suprir os desgastes fisiológicos e psicológicos dos trabalhadores?</p>
<p>Os cursos de graduação de Educação Física e Fisioterapia estão preparando os egressos para uma boa atuação em relação à saúde ocupacional?</p>
<p>A disciplina de ergonomia vem sendo valorizada nas grades curriculares dos cursos da área da saúde?</p>
<p>É importante destacar que todo programa de ginástica laboral necessita do envolvimento multidisciplinar e interdisciplinar envolvendo principalmente os trabalhadores, educadores físicos, fisioterapeutas, médicos do trabalho, enfermeiros, assistentes sociais, engenheiros, psicólogos, designers, administradores, engenheiros de segurança. Assim através de um comitê corporativo envolvendo os programas PCMSO, PPRA e CIPA, conseguiremos desenvolver um trabalho produtivo nos Programas de Promoção de Saúde do Trabalhador. Assim cada profissional dentro da sua competência, mas em equipe com o mesmo objetivo que é a saúde do trabalhador.</p>
<h4>Fatores Psicossociais do Trabalhador</h4>
<p>Vários fatores interferem na saúde do trabalhador, destacando a individualidade biológica a sua relação com o trabalho, com a comunidade e principalmente com a sua família, neste sentido questiona-se a verdadeira razão da prática da ginástica laboral:</p>
<p>- A utilização isolada da Ginástica Laboral é eficaz para combater a incidência das LER/DORT nas organizações?</p>
<p>- É possível que a dedicação de poucos minutos para exercícios de alongamento, relaxamento e dinâmicas de grupo no local de trabalho afastem o estresse, as tensões musculares e alterem o estilo de vida do trabalhador?</p>
<p>- A execução prática com roupas inadequadas não seria um fator prejudicial à execução da Ginástica Labora?</p>
<p>- Será que uma trabalhadora de Call Center que tem todo seu tempo cronometrado, até para ir ao banheiro deve ter uma Ginastica Laboral idêntica ao de uma secretária que toma água e cafezinho a qualquer momento de acordo com sua vontade?</p>
<p>- Se o sexo feminino tem 40% menos força e 30% menos capacidade respiratória que o sexo masculino ambos deva participar do mesmo programa de alongamentos?</p>
<p>- A trabalhadora gestante poderá participar dos programas de Ginástica Laboral?</p>
<p>- O sexo feminino deverá ter uma Ginástica laboral diferenciada na fase pré menstrual e menstrual?</p>
<p><img class="alignleft" title="Importância da Ergonomia nos Programas de Ginástica Laboral " src="http://fiepbrasil.org/wp-content/uploads/2011/11/ergo_6_3.jpg" alt="Importância da Ergonomia nos Programas de Ginástica Laboral " width="360" height="247" /></p>
<p>Embora alguns autores indiquem a Ginástica Laboral como uma medida preventiva eficaz para LER/DORT, é importante alertar que somente a prática de alongamentos, sem a melhoria dos métodos organizacionais, poderá prejudicar o bom andamento do projeto de Ginástica Laboral. A prática da Ginástica Laboral de forma isolada não alcança êxito na prevenção, devendo ser associada a várias outras medidas, simples, mas fundamentais, como volta de férias com ritmo gradativo, rodízio de tarefas eficiente, pausas para descanso, fazem necessárias para que o trabalhador tenha no seu meio laboral um ambiente confortável e seguro para o pleno exercício de suas atividades. Além destas observações a individualidade biológica, antropometria, sexo, idade e as adequações ergonômicas do posto de trabalho, verificando os níveis de ruído, iluminação, cores, vibração e qualidade do ar são variáveis indispensáveis para preservação da saúde do trabalhador. Assim as atividades corporais adotadas nos programas de Ginástica Laboral devem ser orientadas a partir do estudo sistemático de ergonomia, com foco centralizado nas queixas dos trabalhadores em relação às exigências da tarefa e sua influência nos fatores psicossociais.</p>
<p>Assim acredito que um programa de ginástica laboral poderá ter êxito tanto para preparar o trabalhador para sua atividade (Preparatória), quanto para compensar uma fadiga muscular (Compensatória) ou até no trabalho cognitivo atuando como volta à calma (Relaxamento).</p>
</div>
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		<title>O absenteísmo pode e deve ser prevenido</title>
		<link>http://nucleohealthcare.com.br/blog/2012/04/04/o-absenteismo-pode-e-deve-ser-prevenido/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 20:00:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Falta da gestão deste indicador, cada vez mais, resulta em custos diretos e indiretos, comprometendo a produtividade, a competitividade e, inclusive, a qualidade do serviço prestado Gerir o Absenteísmo, que é a ausência de funcionários em decorrência de problemas de saúde, e o Presenteísmo, que se caracteriza quando os colaboradores produzem abaixo de sua capacidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 align="center"><em><span style="text-decoration: underline;">Falta da gestão deste indicador, cada vez mais, resulta em custos diretos e indiretos, comprometendo a produtividade, a competitividade e, inclusive, a qualidade do serviço prestado</span></em><em></em></h4>
<p><a href="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/absenteismo1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-755" title="absenteismo" src="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/absenteismo1.jpg" alt="" width="250" height="222" /></a>Gerir o Absenteísmo, que é a ausência de funcionários em decorrência de problemas de saúde, e o Presenteísmo, que se caracteriza quando os colaboradores produzem abaixo de sua capacidade em função de inúmeros fatores, ligados ou não à saúde, passou a ser uma questão de sobrevivência nas empresas. A falta da gestão destes dois indicadores, cada vez mais, resulta em custos diretos e indiretos, comprometendo a produtividade, a competitividade e, inclusive, a qualidade do serviço prestado.</p>
<p>Na busca de ferramentas para enfrentar o problema, que em prazos curtos pode se tornar irremediável tanto para o funcionário quanto para quem o contrata, as empresas passaram a dar uma atenção crescente e contínua à promoção da saúde, à prevenção de riscos e das doenças ocupacionais, como é o caso da gigante Intelbrás, instalada em São José, que registrou nos últimos anos uma redução nos afastamentos junto ao INSS e uma significativa redução de custos relativos à operadora do plano de saúde.</p>
<p>As informações são do médico do trabalho que atua na empresa, Alexandre Dalmolin, que faz duas ponderações muito pertinentes. Segundo ele, além de a promoção da saúde melhorar o desempenho da empresa, já que pessoas saudáveis física, mental e espiritualmente trabalham melhor, a empresa ainda se beneficia financeiramente, pois a incorporação de boas práticas em saúde e segurança, atualmente, reduz os custos relativos a tributos.</p>
<p>É evidente, portanto, que se pode economizar muito dinheiro implantando programas de prevenção e promoção da saúde, pois tanto no absenteísmo como no presenteísmo, fica clara a diminuição da produtividade, o aumento dos gastos com assistência médica e custos previdenciários e a elevação do valor do FAP, um tributo calculado com base no histórico de acidentalidade de cada empresa. O FAP, ou Fator Acidentário de Prevenção, incide sobre a remuneração de trabalhadores e é destinado ao custeio dos benefícios decorrentes dos Riscos Ambientais do Trabalho (RAT). É um índice variável, e quanto mais acidentes registrados nos últimos dois anos, maior será seu valor.</p>
<p>Felizmente, neste caso, funcionários e empregadores contam com a modernidade a seu favor. Recursos tecnológicos, a disseminação de informações de alta qualidade, o acesso aos processos produtivos e prestadores de serviços especializados nestas práticas – de promoção da saúde e da segurança dos trabalhadores – são fortes aliados do RH, pois conseguem minimizar riscos e doenças inclusive em familiares na condição de dependentes, que muitas vezes justificam os afastamentos.</p>
<p>O cenário é tão promissor às empresas especializadas em promoção da saúde que a catarinense TopMed, fornecedora da solução TopJob, conquistou o mercado nacional ao oferecer um programa inovador, que monitora afastamentos temporários ou por motivos de saúde através de um central de relacionamento. Conduzidos por uma equipe multidisciplinar, os contatos maximizam resultados em termos de mind share e heart share, e possibilitam o desenvolvimento de estratégias mais adequadas para o cliente e seus colaboradores, com a vantagem de identificar pacientes crônicos e com riscos de doenças ocupacionais.</p>
<p>As vantagens de se investir em práticas que garantam a saúde e a segurança ocupacional são inquestionáveis, com resultados expressivos refletidos na diminuição do tempo médio de afastamentos, no aumento da produtividade, na redução do absenteísmo, do presenteísmo e do FAP (Fator Acidentário Previdenciário), e na diminuição das despesas ligadas a estes fatores.</p>
<p><em>*Leandro W Marcucci, Psicopedagogo, administrador especialista em Saúde Mental e Gestão da Qualidade e Product Manager da TopMed</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Empresa cria programa para que seus funcionários emagreçam</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 18:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Companhias fazem parcerias com grupos como o do “Vigilantes do Peso” e outras concedem incentivo financeiro para quem perde de 3 a 5 quilos. Confira análise de especialista Este é o título da matéria assinada pela jornalista Juliana Coissi, de Ribeirão Preto e publicada na edição de 25 de março da Folha de São Paulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Companhias fazem parcerias com grupos como o do “Vigilantes do Peso” e outras concedem incentivo financeiro para quem perde de 3 a 5 quilos. Confira análise de especialista</strong></p>
<p><a href="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/obesidade_na_empresa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-747" title="Obesidade na Empresa" src="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/04/obesidade_na_empresa-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Este é o título da matéria assinada pela jornalista Juliana Coissi, de Ribeirão Preto e publicada na edição de 25 de março da Folha de São Paulo, que constata que empresas privadas, hospitais e prefeituras estão criando programas próprios ou com assessoria para “emagrecer” seus funcionários obesos.</p>
<p>Trata-se de um tema importante, pois os dados do Ministério da Saúde demonstram que o número de brasileiros com peso corporal acima do normal está aumentando ano após ano e várias pesquisas confirmam a importância da obesidade com fator de risco para doenças crônicas e o seu impacto na produtividade dos trabalhadores.</p>
<p>A matéria apresenta alguns cases e depoimentos que eu gostaria de comentar. Inicialmente, fala sobre uma iniciativa da Prefeitura de Franca que criou grupos com servidores acima do peso convidados através de uma revista interna. São realizadas reuniões mensais com apoio de psicólogo, médico e educador físico e os funcionários são convidados a participar de atividades físicas. Houve grande interesse pela participação nos grupos que foram compostos praticamente só por mulheres. De acordo com um depoimento, os próprios colegas de trabalhos são os “ fiscais” de quem tenta emagrecer. Neste caso, apesar de não sabermos quantos homens trabalham na Prefeitura de Franca, os dados epidemiológicos no Brasil revelam que a obesidade é mais prevalente no sexo masculino. Assim, surge o desafio de motivar e incluir os homens neste programa.</p>
<p><strong>Recentes pesquisas demonstram que o suporte entre colegas é um forte componente na mudança de comportamento. Assim, mais do que “ fiscais” , os colegas podem ser motivadores para criar um ambiente favorável para a adoção de estilos de vida saudáveis. Esta é uma prática que deve ser estimulada. No ano passado, o SESI lançou um curso auto-instrucional sobre como abordar o suporte entre colegas como ferramenta de promoção da saúde.</strong></p>
<p>Finalmente, a matéria fala sobre empresas que fazem parceria com grupos como o do “Vigilantes do Peso”, citando a Vale e o Itaú-Unibanco. Cita o case da empresa <strong>CPFL Energia que tem uma parceria desde 2007 e apresenta um incentivo financeiro: para quem perde 3 a 5 quilos de peso, a empresa paga 60% do valor. Acima de 5 quilos, o subsídio sobe para 80%. Cita, como personagens um casal de funcionários da empresa que perderam, cada um, sete quilos , mas como recuperaram outros três no fim do ano, voltaram para as reuniões dos Vigilantes do Peso.</strong></p>
<p>A jornalista ouviu o médico endocrinologista Marcio Mancini (HC FMUSP) que afirmou “incentivo para perder peso é válido, mas nem todos deixam de emagrecer por má vontade. Isso de premiação para quem perdeu peso parece coisa de reality show. As pessoas não perdem peso na mesma velocidade. Fatores como o ambiente, a genética e metabolismo afetam o resultado dos regimes para emagrecimento. O especialista afirmou que, sobre as reuniões em grupo, o melhor modelo é o de encontros com orientação de um especialista, como médico, nutricionista e educador físico e não de orientador ser apenas de alguém que já foi obeso.</p>
<p>Sobre este tema, estudos demonstraram que abordagens comportamentais como os do “Vigilantes do Peso” são efetivos e válidos, apesar de pouco sustentáveis no médio e longo prazo. Uma revisão publicada na edição janeiro e fevereiro de 2012 do American Journal Health Promotion demonstrou que o uso de incentivos extrínsecos (como descontos na adesão de programas) podem ser efetivos e propiciar o aparecimento de fatores de motivação intrínseca para a mudança de comportamento. <strong><em>Talvez uma abordagem interessante seria a adoção de bônus para a participação nos programas, não vinculando com a perda de peso. Recente metanálise demonstrou que, mesmo quando não se constata perda de peso significativa, há melhora em indicadores como o nível de colesterol no sangue ou maior controle da pressão arterial.</em></strong></p>
<p><em>Com relação a realização de atividades com especialistas, há o desafio de se capacitar profissionais que consigam realizar aconselhamento e orientação de maneira ampla, sobre mudança de comportamento, estabelecimento de metas, programação de atividade física, um verdadeiro “coaching” em bem-estar e não fragmentar a ação entre especialistas (médico, nutricionista, psicólogo, educador físico, etc).</em></p>
<p>Fonte: <a href="http://saudeweb.com.br/28577/empresa-cria-programa-para-que-seus-funcionarios-emagrecam/" target="_blank">Saúde Web</a></p>
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		<title>Estilo de vida mais saudável reduziria casos de câncer à metade, diz pesquisa</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Mar 2012 10:16:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiago</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Praticar exercícios, comer bem e não fumar são hábitos chave para prevenir o câncer A metade de todos os cânceres poderia ser evitada se as pessoas adotassem estilos de vida mais saudáveis, afirmaram cientistas norte-americanos em um estudo publicado esta semana. O tabagismo é responsável por um terço de todos os casos de câncer nos Estados Unidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Praticar exercícios, comer bem e não fumar são hábitos chave para prevenir o câncer</h3>
<div></div>
<div><img class="alignright" title="Estilo de vida mais saudável reduziria casos de câncer à metade, diz pesquisa Andréa Graiz/Agencia RBS" src="http://zerohora.rbsdirect.com.br/imagesrc/13237258.jpg?w=620" alt="Estilo de vida mais saudável reduziria casos de câncer à metade, diz pesquisa Andréa Graiz/Agencia RBS" width="397" height="264" /></p>
<div></div>
</div>
<div>
<p>A metade de todos os cânceres poderia ser evitada se as pessoas adotassem estilos de vida mais saudáveis, afirmaram cientistas norte-americanos em um estudo publicado esta semana. O tabagismo é responsável por um terço de todos os casos de câncer nos Estados Unidos, e até três quartos dos casos de câncer de pulmão no país poderiam ser evitados se as pessoas não fumassem, destacaram em artigo publicado na revista<em>Science Translational Medicine</em>.</p>
<p>Estudos científicos já demonstraram que muitos outros tipos de câncer também podem ser evitados, seja com vacinas, como as disponíveis contra o HPV (papilomavírus humano) e a hepatite, que podem provocar câncer de colo do útero e de fígado, ou com proteção contra a exposição ao sol, que pode causar câncer de pele. A sociedade precisa reconhecer a necessidade dessas mudanças e levá-las a sério na tentativa de desenvolver hábitos mais saudáveis, alertaram os pesquisadores.</p>
<p>— É hora de investirmos em aplicar o que sabemos — disse a principal autora do artigo, Graham Colditz, epidemiologista do Centro Oncológico Siteman da Universidade de Washington em St. Louis, Missouri.</p>
<p>Praticar exercícios, comer bem e não fumar são hábitos chave para evitar quase a metade das 577 mil mortes por câncer nos Estados Unidos previstas para este ano, um número superado apenas pelas doenças cardíacas. Mas os especialistas destacaram uma série de obstáculos para as mudanças de hábito. Entre eles, o ceticismo de que o câncer pode ser evitado e o hábito de intervir tarde demais para deter ou prevenir um tumor maligno já instalado. Além disso, grande parte das pesquisas sobre o câncer se concentra no tratamento no lugar da prevenção, e tende a ter uma visão de curto prazo no lugar de um enfoque de longo prazo.</p>
<p>As grandes diferenças de renda entre as classes sociais também são apontadas como como complicadores para evitar a doença, fazendo com que os mais pobres fiquem mais expostos a fatores de risco: &#8220;as mamografias, os exames de cólon, o apoio para a dieta e a nutrição, os recursos para parar de fumar e os mecanismos de proteção solar simplesmente estão menos disponíveis para os pobres&#8221;, diz o estudo.<br />
Fonte: Zero Hora &#8211; <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/bem-estar/noticia/2012/03/estilo-de-vida-mais-saudavel-reduziria-casos-de-cancer-a-metade-diz-pesquisa-3710245.html" target="_blank">Bem Estar</a></p>
</div>
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		<title>Segurança no trabalho &#8211; Nunca improvise!</title>
		<link>http://nucleohealthcare.com.br/blog/2012/03/22/seguranca-no-trabalho-nunca-improvise/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 19:49:01 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Não improvise, em caso de emergência chame um profissional&#8221;</p>
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		<title>O que você precisa saber sobre postura em pé</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Mar 2012 18:39:14 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/postura-em-pé.png"><img class=" wp-image-723 aligncenter" title="postura em pé" src="http://nucleohealthcare.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/03/postura-em-pé.png" alt="" width="554" height="801" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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